Desejar muito algo, diz mais sobre você do que imagina, ou melhor, sobre o seu padrão emocional e tudo o que está no seu campo energético.

Desejar muito algo, diz mais sobre você do que imagina, ou melhor, sobre o seu padrão emocional e tudo o que está no seu campo energético.
Desejar um relacionamento bacana é uma bênção.
Desejar enriquecer é uma bênção.
Desejar ter liberdade de horário, construir uma empresa, melhorar a relação com os filhos, emagrecer ou viver com mais conforto também não é problema.
O problema não está no desejo.
O ponto é outro: para quê?
O que existe por trás da urgência? O que existe por trás dessa luta enlouquecida para conquistar alguma coisa ou para tirar alguma coisa da sua vida? O problema real começa quando você para de olhar para a coisa em si e começa a olhar para o lugar emocional que ela ocupa dentro de você.
Existe uma pergunta que precisa ser feita com honestidade:
O que está ficando para trás nessa luta?
Você pode estar há anos lutando desesperadamente por alguma coisa. Um relacionamento. Aprovação. Dinheiro. Um corpo. Um trabalho. Uma promoção. Um novo estilo de vida.
E essa luta pode estar tirando:
O problema não é perseguir um objetivo.
O problema é quando a sua vida inteira começa a girar em torno da ausência dele.
A maioria das pessoas pergunta:
Só que essas perguntas mantêm você na superfície de tudo o que você realmente conquista (ou melhor, das consequências após ter o que se deseja tanto).
Elas tentam resolver o externo sem tocar a estrutura emocional que está por baixo do desejo.
A pergunta mais profunda é outra:
Por que eu quero o que eu quero?
Para que eu quero isso a todo custo?
Essa é a pergunta que começa a desmontar a ilusão.
Porque o problema quase nunca é a coisa.
É o lugar que você acredita que essa coisa vai te colocar.
Quem é você sem isso?
Quem é você sem esse relacionamento que tanto deseja?
Quem é você sem esse homem do seu lado?
Quem é você sem o reconhecimento do seu filho?
Quem é você sem essa meta batida?
Quem é você sem esse dinheiro?
Quem é você sem essa aprovação?
Essa pergunta muda tudo porque ela tira você do campo da conquista e leva você para o campo da identidade.
E aí a ferida aparece.
Porque, sem perceber, você pode estar atribuindo a uma pessoa, a um relacionamento, ao dinheiro, à casa, ao carro, ao corpo ou à aprovação o poder de te colocar numa determinada posição emocional.
E isso não existe.
Quando você responde sinceramente à pergunta “quem sou eu sem isso?”, você começa a enxergar onde colocou o seu valor.
Talvez você tenha colocado o seu valor:
É aí que começa a ficar claro por que o desejo dói tanto.
Porque ele deixou de ser só um desejo.
Virou uma tentativa de se sentir alguém.
E, quando uma coisa externa ganha o poder de definir quem você é, a sua paz desaparece.
Se você vive perguntando:
Então, provavelmente, está fazendo as perguntas erradas.
As perguntas mais comuns levam você a respostas rasas.
Você pergunta como conseguir um homem.
E a resposta vem:
Você pergunta como ganhar mais dinheiro.
E a resposta vem:
Mas, enquanto você não entender quem é sem isso, continua procurando soluções externas para uma dor que é interna.
Quando você mergulha no campo emocional, começa a enxergar relações que a mente racional jamais faria sozinha.
Um homem pode chegar com um problema financeiro, falta de energia para trabalhar, investimentos errados, medo de perder espaço com o filho e depressão depois da separação. E, num olhar superficial, isso parece um conjunto solto de problemas.
Mas, quando a estrutura emocional aparece, ou seja, o padrão emocional por trás desses problemas, tudo começa a fazer sentido.
Se esse homem foi o segundo filho e cresceu buscando carinho, colo e aprovação de um irmão mais velho que o empurrava e o rejeitava, essa dor não fica só na infância. Ela reverbera e cria dinâmicas complexas ao longo dos anos.
Quando ele vê outro homem entrando na vida da ex-esposa e do filho, o que aparece não é só ciúme ou raiva. O que aparece é medo.
Medo de perder espaço.
Medo de perder vínculo.
Medo de deixar de ser importante.
E, muitas vezes, aquilo que você chama de problema atual é só a repetição emocional de uma dor muito mais antiga.
A mesma lógica vale para o dinheiro.
Se alguém pega o dinheiro na mão e logo manda embora, isso não é um simples azar financeiro. Existe alguma coisa contra aquela energia.
Se o dinheiro representa segurança, mas essa mesma segurança foi associada, lá atrás, a peso, fardo, briga, controle ou sofrimento, a pessoa não vai conseguir permanecer perto dele em paz.
O mesmo vale para:
Se você não consegue se conectar com uma dessas energias, é porque existem sentimentos, ideias e emoções estruturadas contra ela.
E isso não muda com frase de efeito, pensamento positivo, visualização ou meia dúzia de técnicas soltas.
Porque o que está em jogo é um processo terapêutico profundo:
Não existe outro caminho que não seja o interno.
Mudar a sua perspectiva emocional sobre o que você vive é a chave da transformação.
Se você já está cansada de ouvir:
Talvez esteja na hora de fazer uma única coisa:
Mergulhar dentro de você.
Não para abandonar a vida prática.
Mas para finalmente tocar o lugar de onde a vida prática nasce.
Este é o Artigo 04.
Artigo 03 — Desordens Emocionais: emoções emaranhadas e em caos
Artigo 07 — Você diz que quer mudar, mas por que não faz o movimento?
Artigo 09 — Você trabalha muito e ganha pouco? O problema pode não ser dinheiro
O ponto nunca foi apenas o que você quer.
O ponto é o que esse desejo significa dentro de você.
Enquanto você não perguntar “quem sou eu sem isso?”, vai continuar atribuindo a coisas e pessoas o poder de definir o seu valor, o seu lugar e a sua paz.
E é exatamente aí que o sofrimento se instala.
A transformação começa quando você para de correr apenas atrás da coisa e começa a investigar o que existe por trás dela.
Porque, quando a pergunta muda, a resposta muda.
E quando a resposta muda, a sua vida inteira começa a mudar junto.
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Terapeuta especializada em desordens emocionais e campo emocional inconsciente.
Descubra neste blog como pode estar o seu banner energético e como está o seu verdadeiro poder de co-criação.
É através das limpeza das emoções traumáticas e inconscientes que você descobre o seu verdadeiro PODER PESSOAL. Siga o perfil.
Especialista em recriar emoções e crenças internas. Já transformou a autoestima de milhares de mulheres. Realiza atendimento terapêutico pessoal, em grupos e em empresas.
Paula Correía
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