Os seus problemas e o caos da sua vida não vieram para destruir você

Caos e problemas são apenas instrumentos. E como todo instrumento serve a um propósito, descubra qual.

Índice

  1. O que você chama de caos
  2. Por que o caos parece um monstro
  3. O que realmente destrói você no caos
  4. O caos como convocação
  5. A diferença entre viver no medo e ter ferramentas
  6. O erro de buscar sugestões para viver a própria vida
  7. Quando o jeito antigo já não serve mais
  8. Como o caos pode levar você para a abundância
  9. O que muda quando você para de lutar no lugar errado

O que você chama de caos

Caos é tudo aquilo que você está vivendo e que não está acontecendo do jeito que gostaria.

Pode ser um relacionamento bagunçado.

Pode ser uma crise financeira.

Pode ser uma decisão que você não consegue tomar.

Pode ser aquela sensação de que sua vida saiu do eixo e você não sabe mais por onde começar.

O ponto é que, quando algo foge do controle, a maioria das pessoas chama isso de destruição.

Mas nem sempre é.


Por que o caos parece um monstro

O caos parece terrível quando você não tem compreensão nem ferramenta para lidar com o momento que está vivendo.

Quando falta clareza, tudo fica maior:

  • O medo cresce;
  • A ansiedade cresce;
  • A confusão cresce;
  • A sensação de impotência cresce.

Foi exatamente assim que muita gente aprendeu a viver: olhando para a desordem como um monstro, como se ela tivesse vindo para acabar com tudo.

Só que existe uma diferença entre o caos em si e a forma como a sua cabeça reage a ele.

E essa diferença muda tudo.


O que realmente destrói você no caos

O caos não vem para te destruir.

O que destrói você no caos é a sua cabeça ruim que teima em não entender o propósito de uma expiação.

E por causa dessa cabeça ruim, te faltam ferramentas para lidar com esses problemas e esse caos.

Falando de uma maneira mais elegante: Te falta estrutura emocional para lidar com a adversidade do que acontece com suas emoções, com os fatos da vida e com mais um elemento extremamente importante, que é o seu campo emocional inconsciente (que atua como um campo vibracional).

Essa é uma virada importante de percepção.

Porque, quando algo quebra, desanda ou sai do roteiro, o problema nem sempre é a situação em si. Muitas vezes, o problema é:

  • Não saber o que fazer com aquilo;
  • Não ter recurso emocional para atravessar aquilo;
  • Entrar em desespero diante do imprevisto.
  • Não entender o propósito da vida de ter trazido o caos até você.

É isso que transforma uma adversidade em colapso total.


O caos como convocação

Quando o caos chega, ele solicita habilidades que estavam adormecidas.

Ele exige:

  • Paciência;
  • Dinamismo;
  • Coragem;
  • Ousadia;
  • Poder pessoal;
  • Capacidade de ação.

O caos obriga você a sair do automático.

Ele convoca partes de você que estavam apagadas porque não estavam sendo chamadas.

Por isso, embora seja desconfortável, o caos também pode ser um ponto de elevação. Ele mexe com tudo porque chama você para um lugar mais maduro de si mesma.


A diferença entre viver no medo e ter ferramentas

Uma situação simples pode virar caos absoluto em uma cabeça sem recurso.

Se alguma coisa quebra, se um plano falha, se um imprevisto aparece, a questão principal passa a ser: você tem ou não tem ferramenta para lidar com aquilo?

É isso que muda a experiência.

Com ferramenta, você reorganiza, adapta, resolve o que dá para resolver e segue.

Sem ferramenta, você entra em pane.

Então o caos não é definido apenas pelo que aconteceu. Ele também é definido pela condição interna com que você encontra o que aconteceu.


O erro de buscar sugestões para viver a própria vida

Muita gente vive atrás de opinião, validação e conselho para tomar qualquer decisão:

  • Separo ou continuo?
  • Mudo de emprego ou fico aqui?
  • Continuo falando com essa pessoa ou desisto?
  • Arrisco ou espero mais um pouco?

Esse estado de dependência revela uma dificuldade mais profunda: o medo de experimentar a vida.

Como se toda decisão fosse fatal. Como se errar fosse insuportável. Como se viver precisasse vir com garantia.

Só que viver não funciona assim.

Quem não aprende a se escutar, a se expressar e a sustentar a própria escolha continua escravo do olhar dos outros.

E isso também é uma forma de caos.


Quando o jeito antigo já não serve mais

Existe outro ponto importante: o que funcionou em um momento da sua vida pode parar de funcionar.

Você pode ter passado anos operando de um jeito:

  • No amor;
  • No dinheiro;
  • No trabalho;
  • Na forma de reagir ao mundo;

E esse mesmo jeito pode, de repente, deixar de sustentar a sua vida.

É por isso que tanta gente entra em choque quando chega numa fase em que tudo desanda ao mesmo tempo.

Na verdade, nem sempre “tudo desandou”. Às vezes, a vida só parou de aceitar uma estrutura antiga.

E aí vem o chamado do caos:

Ou você amadurece, ou continua tentando sobreviver com uma configuração que já venceu.


Como o caos pode levar você para a abundância

A abundância não nasce só quando tudo está bonito.

Muitas vezes, ela começa justamente quando o caos obriga você a rever:

  • Crenças;
  • Comportamentos;
  • Dependências;
  • Formas antigas de operar a vida.

O caos pode beneficiar você porque:

  • Ativa competências que estavam apagadas;
  • Interrompe estruturas velhas;
  • Mostra limites que já precisavam ter sido vistos;
  • Força um encontro mais verdadeiro com o que está dentro de você.

Abundância, aqui, não é só dinheiro.

É também:

  • Mais clareza;
  • Mais força;
  • Mais capacidade de decisão;
  • Mais liberdade emocional;
  • Mais presença;
  • Mais consciência do que sustenta sua vida.

O que muda quando você para de lutar no lugar errado

Quando você começa a compreender o seu campo emocional (o lugar onde você programou seus padrões emocionais para atrair problemas e situações compatíveis com a vibração dele) para de gastar energia só brigando com o plano físico.

Você deixa de viver apenas perguntando:

  • Por que isso aconteceu?
  • Por que isso foi embora?
  • Por que não deu certo?
  • Por que a vida fez isso comigo?

E começa a olhar para um lugar mais profundo:

  • O que esse caos está solicitando de mim?
  • Que estrutura minha já não serve mais?
  • Que tipo de cabeça eu tenho usado para atravessar a vida?
  • Que recurso emocional me falta hoje?

É esse movimento que muda a qualidade da experiência.

Porque, quando você entende o que está acontecendo dentro de você, o caos deixa de ser só desespero.

Ele vira direção.


Continue aprofundando

Este é o Artigo 05.

Artigo 03 — Desordens Emocionais: emoções emaranhadas e em caos

Artigo 06 — A lei do retorno não é sobre o que você faz de bom ou de mau

Artigo 11 — Mentalidade próspera não nasce só do desejo


Conclusão

O caos não veio para te destruir.

Ele veio para mostrar:

  • Onde você está sem ferramenta;
  • Onde sua estrutura ficou pequena;
  • Onde seu jeito antigo já não sustenta mais a sua vida;
  • E quais forças dentro de você ainda não foram ativadas.

O que destrói você não é a desordem em si.

É encontrar essa desordem com uma cabeça despreparada, sem clareza e sem recurso.

Quando você entende isso, para de tratar o caos como inimigo absoluto.

E começa a enxergar nele um chamado:

Crescer, amadurecer, acessar poder pessoal e aprender a viver com mais consciência.

Porque, às vezes, a abundância não começa quando a vida finalmente fica fácil.

Ela começa quando você para de fugir do que a vida está tentando te ensinar

Assista no Youtube o vídeo que inspirou esse artigo:

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Paula Correía

Terapeuta especializada em desordens emocionais e campo emocional inconsciente. 

Descubra neste blog como pode estar o seu banner energético e como está o seu verdadeiro poder de co-criação.

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Paula Gasparini Correía

Especialista em recriar emoções e crenças internas.  Já transformou a autoestima de milhares de mulheres. Realiza atendimento terapêutico pessoal, em grupos e em empresas.

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