A lei do retorno não é sobre o que você faz de bom ou de mau

Ser uma pessoa boa ou má influencia nas coisas que atrai?

Índice

  1. Por que tanta gente se frustra tentando mudar de vida
  2. O que quase todo mundo entendeu errado sobre a lei do retorno
  3. Por que plantar e colher não é uma lógica puramente física
  4. Onde o seu plantio realmente começa
  5. O que define seus resultados no amor, no dinheiro e na vida
  6. Por que você repete padrões mesmo sem querer
  7. O erro de procurar uma “bala de prata”
  8. O que realmente muda o seu campo emocional
  9. O caminho para alterar os seus resultados

Por que tanta gente se frustra tentando mudar de vida

Existe um ponto que une praticamente todo mundo que começa uma jornada de autoconhecimento: a sensação de estar diante de um resultado que não agrada completamente e a necessidade de entender o que precisa ser mudado por dentro para alterar o que aparece por fora.

Às vezes essa insatisfação aparece no dinheiro.

Às vezes aparece no amor.

Às vezes aparece na saúde, na sexualidade, no trabalho ou no teto de prosperidade que nunca é ultrapassado.

E, quando isso acontece, a maioria das pessoas vai buscar respostas em todos os lugares:

  • Religião;
  • Misticismo;
  • Física quântica;
  • Lei da atração;
  • Mapa disso, mapa daquilo;
  • Tela de visualização;
  • Pensamento positivo.

O problema é que, em algum momento, você percebe uma coisa desconcertante: tem gente com menos capacidade fazendo mais dinheiro, gente menos inteligente tendo resultados melhores, gente aparentemente sem tanta estrutura construindo relações e caminhos que você ainda não conseguiu construir.

E aí nasce a pergunta que bagunça tudo:

O que está desalinhado em mim?

O que quase todo mundo entendeu errado sobre a lei do retorno

Uma das ideias mais repetidas na vida é esta:

Quem planta, colhe.

Você provavelmente escutou isso desde muito cedo. Junto com essa frase, vieram várias outras:

  • Você tem que ser boazinha para ser aceita;
  • Você tem que ser obediente para ser amada;
  • Você tem que fazer tudo certo para ganhar dinheiro;
  • Você tem que agir de determinado jeito para ter saúde, amor ou prosperidade.

Só que a vida real começa a confrontar essas “verdades absolutas”.

Você vê gente desonesta prosperando.

Você vê gente que fez tudo “certo” sofrendo.

Você vê pessoas que não seguiram a cartilha tendo resultados melhores do que pessoas que passaram a vida inteira tentando ser impecáveis.

Então começa um conflito interno:

  • Se a vida funciona assim,
  • Se o plantar e colher é tão simples,
  • Por que a realidade nem sempre confirma isso?

Essa é uma das grandes desordens emocionais humanas: viver num conflito entre o que foi ensinado e o que a vida concretamente mostra.

Por que plantar e colher não é uma lógica puramente física

Quando você ouve “plantar e colher”, sua cabeça provavelmente constrói uma imagem material:

  • A semente;
  • A terra;
  • A água;
  • A planta;
  • A colheita.

Ou seja, o seu raciocínio é condicionado a pensar o plantio como ação física.

Mas, quando se fala de energia e emocional, a lógica não é essa.

A lei do retorno não é, essencialmente, sobre:

  • Acordar cedo;
  • Trabalhar muito;
  • Ser honesta a vida inteira;
  • Entrar em banheira de gelo;
  • Rezar todos os dias;
  • Ter disciplina exterior.

Nada disso, por si só, garante sucesso financeiro, sucesso afetivo ou paz interior.

No campo emocional, o plantio não acontece primeiro nas ações.

Ele acontece no invisível.

Onde o seu plantio realmente começa

O seu plantio já começou antes mesmo de você ter consciência lógica da vida.

A base desse plantio se inicia no campo emocional inconsciente, muito antes da mente racional organizar o mundo em palavras, escolhas e justificativas.

A ideia central aqui é simples e profunda:

Você não começou a plantar quando decidiu, racionalmente, “vou fazer diferente”.

Você já vinha plantando emocionalmente muito antes disso.

Esse plantio começa desde a conexão mais primitiva com a sua história, com o campo familiar, com as emoções sentidas, com os registros que foram se formando antes mesmo de existir um raciocínio organizado sobre a vida.

É por isso que a explicação puramente racional nunca basta.

Se bastasse raciocinar, bastaria entender intelectualmente o que é melhor e fazer.

Mas a vida mostra, o tempo todo, que não funciona assim.

O que define seus resultados no amor, no dinheiro e na vida

Aquilo que você vem plantando emocionalmente é o que desenha:

  • A quantidade de dinheiro que você pode ganhar;
  • O tipo de relacionamento com que você se conecta;
  • Os conflitos familiares que se repetem;
  • O corpo que você sustenta;
  • O destino que vai se desenrolando ao longo da sua vida.

Isso não significa que as ações não importam no plano físico. Elas importam.

Mas o campo que sustenta o resultado não é criado só por ação prática. Ele é moldado por aquilo que você sente, acredita e carrega no invisível.

Por isso, duas pessoas podem:

  • Trabalhar muito;
  • Agir de forma parecida;
  • Ter trajetórias aparentemente semelhantes,

E, ainda assim, colher resultados completamente diferentes.

Porque o plantio real não está apenas no que fazem.

Está no campo emocional a partir do qual vivem o que fazem.

Por que você repete padrões mesmo sem querer

Se tudo fosse racional, você não repetiria padrão.

Você não escolheria sempre o mesmo tipo de homem.

Não se conectaria com lugares e contextos semelhantes.

Não pisaria, sem perceber, nos mesmos roteiros emocionais.

Mas a vida mostra que isso acontece o tempo todo.

Tem alguma coisa que gruda você em situações similares.

E essa “cola” não está apenas na mente consciente. Não é uma decisão lógica que você senta e toma com clareza. É uma conexão mais profunda, extrafísica, emocional, inconsciente.

É por isso que:

  • Você bate o olho e se encanta justamente por quem repete a mesma dor;
  • Você entra em contextos profissionais que produzem a mesma sensação;
  • Você vai voltando para lugares internos conhecidos, mesmo quando não gostaria.

O padrão não é coincidência.

Ele é coerência emocional.

O erro de procurar uma “bala de prata”

Muita gente entra nessa busca querendo uma coisa só: a resposta definitiva, a técnica perfeita, a bala de prata que vai transformar a vida de uma vez.

Mas ela não existe.

Não existe uma frase mágica, uma orientação instantânea ou uma resposta pronta que substitua:

  • Expansão de consciência;
  • Prática;
  • Ferramenta;
  • Mergulho interno;
  • Disposição para olhar o próprio campo.

Enquanto a pessoa continua querendo que alguém diga exatamente o que fazer, permanece fora de si.

E, quando você está fora de você, já perdeu o lugar onde a resposta realmente mora.

O que realmente muda o seu campo emocional

Existem dois movimentos indispensáveis.

1. Expansão de consciência

Sem expansão de consciência, você não chega a lugar nenhum.

É preciso se nutrir de conteúdos que rompam crenças, chacoalhem o que está cristalizado e façam você enxergar a vida de outro jeito.

Mais do mesmo não produz ruptura.

Teoria que não toca a estrutura interna não promove cura.

2. Aprender a acessar o próprio campo

Não basta entender o conceito.

É preciso saber ler o próprio campo, perceber as entrelinhas, identificar o que está se repetindo e usar ferramentas para ajustar o que foi visto.

Do mesmo jeito que um mecânico olha o carro quebrado, analisa e pega as ferramentas para consertar, você precisa aprender a fazer isso com o emocional:

  • Observar;
  • Identificar a disfunção;
  • Reconhecer o espelhamento;
  • Trabalhar o que está dentro.

Sem ferramenta, a pessoa só sofre.

Com ferramenta, ela começa a ajustar.

O caminho para alterar os seus resultados

O caminho para mudar os resultados da sua vida passa por uma virada muito clara:

Parar de achar que o plantio se resume ao que você faz no campo visível e compreender que a raiz do retorno está no campo invisível.

Isso exige:

  • Relaxar a urgência de controlar tudo;
  • Parar de buscar fora a resposta que só pode ser encontrada dentro;
  • Observar as próprias reações;
  • Entender o que os espelhamentos mostram;
  • Trabalhar o emocional de forma prática, consistente e profunda.

Não é instantâneo.

Não é glamourizado.

Não é uma solução de palco.

É jornada.

Mas é a única jornada que realmente toca a origem do que está desenhando sua vida.

Continue aprofundando

Este é o Artigo 06.

Conclusão

A lei do retorno não é uma lógica simplista sobre fazer coisas certas e receber prêmios da vida.

No campo emocional, o retorno nasce de:

  • O que você sente;
  • O que você acredita;
  • O que estrutura silenciosamente suas conexões, seus padrões e suas escolhas.

Por isso, trabalhar muito, ser correta ou cumprir um roteiro externo não garante, por si só, a mudança que você deseja.

Se o campo continua o mesmo, o retorno tende a continuar o mesmo.

A verdadeira transformação começa quando você para de reduzir o plantar e colher a uma cartilha de ações e começa a entender que o solo da sua vida é emocional.

E tudo muda quando você finalmente decide cuidar dele.

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Paula Correía

Terapeuta especializada em desordens emocionais e campo emocional inconsciente. 

Descubra neste blog como pode estar o seu banner energético e como está o seu verdadeiro poder de co-criação.

É através das limpeza das emoções traumáticas e inconscientes que você descobre o seu verdadeiro PODER PESSOAL. Siga o perfil.

Paula Gasparini Correía

Especialista em recriar emoções e crenças internas.  Já transformou a autoestima de milhares de mulheres. Realiza atendimento terapêutico pessoal, em grupos e em empresas.

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