As suas percepções sobre você podem te transformar em luz ou bagulhão. Decida como quer se olhar e mude a sua vida.

As suas percepções sobre você podem te transformar em luz ou bagulhão. Decida como quer se olhar e mude a sua vida.
Você pode querer muita coisa boa.
Pode querer prosperar.
Pode querer uma família.
Pode querer um relacionamento forte.
Pode querer crescer profissionalmente.
Pode querer dinheiro, liberdade, conforto e realização.
O problema não está no desejo.
O problema está no fato de que quase todo sonho vem carregado de desafios, contrariedades, conflitos, decisões difíceis e novos níveis de responsabilidade. E, se você continua fugindo de problema, vai acabar fugindo justamente daquilo que diz que quer viver.
Existe uma coisa que todo mundo já viveu: a sensação de andar pela vida de um jeito completamente diferente dependendo do que está sentindo.
Quando você se sente amada, vista, reconhecida, desejada ou importante, o corpo responde. Seu rosto muda. Sua postura muda. Seu jeito de falar muda. Seu caminhar muda. Parece que existe uma leveza, um brilho, um negócio bom acontecendo dentro de você.
Agora compara isso com os momentos em que você se sente rejeitada, trocada, enganada, manipulada ou invisível.
O corpo também responde.
Você anda pesada.
Você fecha a expressão.
Você endurece o rosto.
Você pesa o ambiente por onde passa.
Isso mostra uma coisa muito importante: a forma como você sugere para si mesma o que está acontecendo na sua vida altera completamente a maneira como você existe no mundo.
Você tem mais poder do que imagina.
Dependendo das ideias que alimenta a seu respeito, pode caminhar pela vida de uma forma magnética, leve, expansiva, atraente e favorável. Ou pode caminhar destruindo possibilidades, complicando o que era simples, enxergando peso onde existia espaço e alimentando uma energia que sabota até o que estava bom.
É um poder real.
O problema é que quase ninguém foi ensinado a assumir esse poder.
Você aprendeu a acreditar que seu estado de espírito dependia do olhar do outro, da validação do outro, da aprovação do outro. E, com isso, foi se afastando da consciência de que a forma como se organiza por dentro afeta diretamente a forma como atravessa a vida.
Desde cedo, muita gente aprendeu que só poderia se sentir bem se fosse aprovada.
Se o pai aplaudisse.
Se a mãe reconhecesse.
Se a escola validasse.
Se a família dissesse que estava tudo certo.
Com isso, foi se instalando a ideia de que o seu bem-estar dependeria do jeito que os outros a enxergavam. E esse condicionamento produziu um estrago profundo: você foi desaprendendo a sustentar seu próprio estado interno sem depender da confirmação externa.
É por isso que tanta gente vive oscilando tanto.
Se sente incrível quando recebe um sinal positivo.
E desmorona quando interpreta que foi rejeitada.
Só que viver assim é entregar a própria vida para qualquer vento emocional.
Existe uma crença muito forte que sabota a vida de muita gente: a crença de que problema é algo a ser evitado a qualquer custo.
Você foi ensinada a fugir de conflito.
A fugir de desconforto.
A fugir de desafio.
A evitar qualquer situação que parecesse trabalhosa, incômoda ou exigente demais.
Só que isso cria uma armadilha enorme.
Porque tudo aquilo que você quer viver vem com problema junto.
Família dá problema.
Empresa dá problema.
Corpo bonito dá problema.
Relacionamento dá problema.
Dinheiro dá problema.
Autonomia dá problema.
Liberdade dá problema.
Então, se você foge de problema, foge também de tudo aquilo que desejava construir.
Vamos ser honestas: o seu sonho não vem embalado só em alegria.
Se você quer casar, vai lidar com diferenças, limites, conversas difíceis, família do outro, ajustes e conflitos.
Se você quer ter filhos, vai lidar com cansaço, decisões, culpa, medo, responsabilidade e novas pressões.
Se você quer empreender, vai lidar com risco, incerteza, decisão, equipe, dinheiro entrando e saindo, erro, correção de rota e responsabilidade.
Ou seja: o seu sonho está cheio de problemas.
E isso não é defeito. Isso é realidade.
A questão é: de zero a dez, qual é hoje a sua habilidade emocional para lidar com problemas?
Porque, se qualquer contratempo já parece dez vezes maior do que você, como vai sustentar um degrau mais alto da vida? Como vai lidar com um nível maior de prosperidade, responsabilidade ou exposição se, no nível em que está hoje, qualquer dificuldade já desorganiza tudo?
Muita gente continua se relacionando com os próprios sonhos como uma criança de cinco anos diante de um carro.
Quer muito.
Aponta.
Pede.
Insiste.
Chora.
Deseja.
Mas não tem estrutura para dirigir aquilo.
E esse é o ponto central: não basta querer. É preciso desenvolver estrutura emocional para sustentar o que se quer viver.
Se você recebe algo grande sem estrutura, aquilo pode virar destruição.
É por isso que:
Não porque o amor seja ruim.
Não porque o dinheiro seja ruim.
Não porque o sonho seja ruim.
Mas porque faltou estrutura para dirigir o carro.
A pergunta certa não é só “como eu consigo o que eu quero?”.
A pergunta certa é:
Que estrutura emocional eu preciso desenvolver para conseguir viver aquilo que eu quero?
É isso que precisa entrar no centro da sua busca.
Você precisa investigar:
Quando essa pergunta muda, tudo muda.
Porque você deixa de apenas desejar o sonho e começa a construir a pessoa capaz de sustentá-lo.
O primeiro movimento é parar de alimentar a conversa errada.
Em vez de repetir:
você começa a perguntar:
O segundo movimento é entender que isso não se resolve só com boa intenção.
É preciso caminho.
É preciso processo.
É preciso consciência.
É preciso método.
Sem isso, você continua querendo muito, mas se organizando emocionalmente para perder, fugir, evitar ou adiar.
Este é o Artigo 13.
O seu sonho não está sendo bloqueado só por falta de oportunidade.
Muitas vezes, ele está sendo bloqueado porque você ainda foge daquilo que inevitavelmente virá junto com ele: problema, desafio, responsabilidade, exposição e decisão.
Enquanto continuar com medo dessas coisas, vai continuar se afastando justamente do que deseja.
A mudança começa quando você entende que o ponto não é só conquistar o sonho.
O ponto é se tornar a pessoa emocionalmente capaz de sustentá-lo.
Porque uma criança de cinco anos pode querer muito um carro.
Mas só um adulto estruturado consegue dirigir.
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Terapeuta especializada em desordens emocionais e campo emocional inconsciente.
Descubra neste blog como pode estar o seu banner energético e como está o seu verdadeiro poder de co-criação.
É através das limpeza das emoções traumáticas e inconscientes que você descobre o seu verdadeiro PODER PESSOAL. Siga o perfil.
Especialista em recriar emoções e crenças internas. Já transformou a autoestima de milhares de mulheres. Realiza atendimento terapêutico pessoal, em grupos e em empresas.
Paula Correía
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