Pare de olhar para a falta do dinheiro e olhe o que impede ele de chegar até você.

Pare de olhar para a falta do dinheiro e olhe o que impede ele de chegar até você.
Antes de dizer que o dinheiro não vem, é preciso ser honesta com uma coisa: ele está chegando.
Talvez não na quantidade que você gostaria.
Talvez não na velocidade que você gostaria.
Talvez não do jeito que você gostaria.
Mas ele está chegando.
E esse é o primeiro ponto importante: parar de olhar apenas para a falta e começar a observar o movimento.
Porque a pergunta certa não é só “por que eu não tenho mais dinheiro?”.
A pergunta também é: como o dinheiro chega até mim hoje?
O dinheiro pode chegar de várias formas:
Quando você observa isso com mais atenção, começa a perceber que o dinheiro não entra de qualquer maneira. Existe um modo predominante.
E esse modo diz alguma coisa.
Ele mostra que existe, no seu campo emocional inconsciente, uma mensagem registrada sobre o que é aceitável, justo, digno e correto quando o assunto é receber dinheiro.
Se o dinheiro só chega até você por um caminho muito específico, isso não é neutro.
Pode existir dentro de você uma informação dizendo:
A sua razão pode até dizer:
“Isso é bobagem.”
“Eu não penso assim.”
“Eu aceitaria receber de outras formas.”
Mas o seu campo emocional pode estar dizendo outra coisa.
E é ele que organiza o destino, não apenas o desejo racional.
A sua relação com dinheiro não começou quando você virou adulta.
Ela começou muito antes, nas cenas que você viveu e nas emoções que sentiu diante dessas cenas.
Imagine uma criança cuja mãe poderia ficar em casa, mas decide sair para trabalhar. Essa criança sente solidão, medo, abandono. A imagem da mãe indo para fora fica registrada como algo ruim.
Mais tarde, quando essa criança vira mulher, esposa, mãe ou profissional, pode não conseguir destravar a vida de trabalho do lado de fora.
Não porque seja incapaz.
Mas porque existe uma mensagem interna dizendo:
“Quando uma mulher olha para fora, alguém dentro de casa sofre.”
É assim que o campo emocional inconsciente organiza a vida:
Depois de observar como o dinheiro entra, vem a segunda pergunta:
Como ele vai embora?
Ele vai embora:
Isso também diz muito.
Porque o dinheiro não apenas entra. Ele recebe uma função dentro do seu campo.
Talvez você tenha registrado que o dinheiro existe:
Se essa foi a programação emocional, o dinheiro que sobra não será naturalmente associado a prazer, conforto, desfrute ou expansão. Ele será associado à necessidade de proteção.
E aí ele vai embora exatamente nessa direção.
Não basta observar se o dinheiro chega. É preciso observar:
Se o seu campo enquadrou o dinheiro como algo que serve apenas para sobrevivência, então o volume permitido será compatível com isso.
Se você olhou para pessoas que usavam dinheiro para conforto, luxo ou prazer e sentiu julgamento, indignação ou reprovação, pode ter bloqueado a possibilidade de viver essa mesma experiência.
O dinheiro, então, chega só até onde a sua estrutura considera digno.
Não porque exista uma lei externa punindo você.
Mas porque o seu campo organizou esse limite.
Existe uma pergunta-chave para investigar a relação com dinheiro:
O que mais me irrita no meu estilo de vida com essa quantidade de dinheiro que eu tenho e com o que eu consigo fazer com ele?
Essa pergunta é poderosa porque a irritação revela muito.
Ela pode mostrar:
Muita gente tenta entender a prosperidade só pela lógica do ganho. Mas, muitas vezes, a chave está na indignação que você sente diante do jeito como vive hoje.
Não é a circunstância perfeita que faz você viver com leveza.
Também não é a ausência de desafio.
O que muda a qualidade da sua experiência é a forma como você percebe o que chega, o que vai, o que permanece e o que está disponível.
Sem mudança de mentalidade, você continua olhando tudo do mesmo jeito:
Com mudança de mentalidade, você começa a sair da sensação do “não posso” e entra na posição de:
“Posso, mas escolho.”
“Tenho meios, mas defino prioridades.”
“Não é falta absoluta, é decisão.”
Essa mudança é enorme.
Porque deixa de ser uma identidade de escassez e vira uma consciência de escolha.
Uma parte importante da transformação é perceber que você pode estar tratando o dinheiro como trataria alguém de quem fala mal o tempo inteiro.
Você culpa o dinheiro por tudo:
Depois quer que ele permaneça perto de você.
Isso não faz sentido.
Se você deseja outra relação com essa energia, precisa começar a construir outra linguagem, outra aproximação, outro olhar.
Isso não significa idolatrar dinheiro.
Significa parar de demonizá-lo.
Significa reconhecer:
Este é o Artigo 12.
Você não muda a sua vida financeira apenas tentando ganhar mais.
Você muda a sua vida financeira quando entende:
Enquanto continuar tratando o dinheiro como ameaça, culpa, conflito ou pecado, vai continuar expulsando essa energia da sua vida.
A mudança começa quando você deixa de olhar para o dinheiro apenas como recurso material e passa a enxergá-lo como um espelho da sua mentalidade.
Porque, no fim, não é só o dinheiro que entra ou sai.
É a sua forma de se relacionar com ele que decide se ele fica.
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Terapeuta especializada em desordens emocionais e campo emocional inconsciente.
Descubra neste blog como pode estar o seu banner energético e como está o seu verdadeiro poder de co-criação.
É através das limpeza das emoções traumáticas e inconscientes que você descobre o seu verdadeiro PODER PESSOAL. Siga o perfil.
Especialista em recriar emoções e crenças internas. Já transformou a autoestima de milhares de mulheres. Realiza atendimento terapêutico pessoal, em grupos e em empresas.
Paula Correía
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